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Vini caiu da cama!!!

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Homer, O grito, munch

Sim, sim!!! Em alguns segundos de distração da mamãe e o previsível se concretizou.

Estava batendo algumas fotos dele e resolvi largar a máquina no balcão. De longe, vi uma casca de banana sobre a pia e fui até lá (escomungando meu marido mentalmente) pra colocá-la no lixinho orgânico, que fica a trinta centimetros de onde a casca fora depositada (alguém explica?). No trajeto de volta, resolvi arrumar o colchão que fica no chão da sala para deixar o bebê enquanto tomaria meu café da manhã. Eis que o temível barulho me atinge como um soco no estômago e penso: Meu deus, ele caiu. Corri com um nó na garganta que tenho a impressão de que surgira milésimos de segundo antes da queda, como uma premonição mesmo. Com meu chicotinho em mãos e me culpando até por dentro dos meus ossos, entrei no quarto e encontrei o bebê sobre o tapete, com um vergão na testa.

Peguei no colo, beijei, abracei e, segurando o meu choro, consegui acalmá-lo cerca de longos e quase eternos cinco minutos de choro. Se acalmou mamando. Consultei o “Seu Google”, embora visse que o susto fora maior que a queda (como quase sempre é). No site do Babycenter li uma lista de sintomas e sinais que deveria observar nas próximas horas. Mas daí me senti meio ridícula: se o bebê desmaiar ou não estiver respirando, grite por ajuda […] e vá para o pronto socorro. Se estiver sangrando e vc não conseguir estancar, vá para o pronto socorro. Se algum membro estiver desalinhado :-O, vá para o pronto socorro. Lendo o show de horrores e meio embasbacada com o óbvio (tipo, precisa me dizer pra ir pro PS se meu bebê dormir e não acordar mais ou se estiver com um talho na cabeça jorrando sangue à meia hora? Até eu, que detesto hospitais, levaria o carinha na hora diante de quaisquer dessas circunstâncias, ué…) constatei que sim, ele estava bem e que, bem, meu filho não é mais um recém nascido e que rola absurdamente bem, no auge de seus quase cinco meses, rs… Hora de providenciar o kit de sobrevivência básico: berço, chiqueirinho, andador, babá eletrônica e… hahahahahaha. Brincadeirinha povo! Nada disso, não aqui em casa.

Deposito o corpinho gordinho e adormecido no colchão da sala e vôo pro Google. Pronto, providenciei um Tatame de 2 x 2. Sim, ele é de EVA, embora digam que é tóxico e que seja óbviamente poluente, acho que a parte do poluente a gente compensa com nosso minhocário, nossas fraldas de pano, nosso não uso de mamadeiras e todas as outras atitudes sustentáveis que nos esforçamos pra incluir em nossas rotinas diárias. A parte do tóxico, bem, então danou-se pq é EVA pra lá, EVA pra cá, EVA por todos os lugares, ia ia io. Na escola, no playground, no shopping, nos calçados, em livros, brinquedos. Como os de outro material eram ABSURDAMENTE caros, escolhi o de EVA e vou colocar algo sobre ele, uma colcha, uma manta, qualquer coisa que diminua o contato entre o bebê e o tal material (alguém tem dados convincentes sobre a toxicidade dele?).

A segunda etapa da maratona “Transforme sua casa em um lugar seguro para seu bebê” será substituir o aparador de metal e vidro que está servindo de rack em caráter provisório (provisório por 10 anos, rs..) por algo mais estável, pois é certo que o carinha vai se apoiar no bagulho pra ficar de pé e ai… bem, sem falar nos fios pendurados ali atrás. Protetores de tomada, de quinas, travas para gaveta, para portas, salva dedinhos, todo o arsenal para que ele possa perambular pela casa feliz e seguro, explorando e aprendendo.

Agora ele está dormindo cercado por travesseiros e eu estou aqui, de olhos e ouvidos abertos. Dessa vez, não vai rolar colchão no chão, como rolou com JV, pelo menos por enquanto. Quem sabe troque meu king size pelo colchão da casa dos fundos, pelo menos provisoriamente (snif) ou faça uma camona no chão do outro quarto. Sei lá… Deixa eu amargar minha culpa mais um pouquinho.

to be continued…

Beijos!!!

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Meu primeiro post, em ritmo carnavalesco (ou nem tanto)

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O dia em que quase saimos da amamentação exclusiva, rs... Olha a cara do Vini no wrap, besuntado de sorvete.

Eu criei esse blog e passei quase duas semanas pensando no que escrever como post inaugural. Tantos assuntos passaram pela minha cabeça, desde uma simples apresentação, um relato de parto, a busca pela “babá quase perfeita”, uma ovelhinha de crochê lindinha que achei na net, do livro novo que chegou, até a receita do Ketchup caseiro da Pat Feldmann, o resgate alimentar do meu filho mais velho, cama compartilhada e todas as possíveis nuances entre esses assuntos todos, juntos, separados e remasterizados.

Por fim, nessa sexta carnavalesca, maridex trabalhando, livro sobre a mesa, ingredientes do ketchup providenciados, ovelhinha de crochê pela metade, babá escolhida, sentada na cama ente meus dois filhos lindos, que dormem placidamente e nem sonham com o turbilhão de pensamentos que insiste em me resgatar da musica do Michel Teló que o meu vizinho está escutando em alto e bom tom (obrigada, cérebro!), resolvi dar oi oficialmente!

Eis meu blog. Tá, mas pra que eu resolvi criar um blog? Pra ser um espaço de troca e interação, pra compartilhar as muitas coisas que eu descobri nesses cinco anos de maternidade e trinta anos de vida (opa, ainda não! só em março!!!). Não me comete julgar as opções de ninguém, nem brigar ou discutir, apenas quero expor minha forma de ver as coisas e algumas dicas práticas do dia a dia e da vida da gente que podem facilitar ainda mais a tarefa deliciosa de ser mãe, esposa e profissional.

Minha vó tá maluca… ah… onde eu estava mesmo? Vizinho trocou a música. Bem, a apresentação eu deixo pra parte do quem sou eu, certo? Vou fazer os últimos ajustes no blog e espero voltar em breve, pra escrever uma das coisas que comentei acima.

Beijos!